24
Jan
08

Eu li: Pixel Magazine #10

Capa Pixel Magazine #10

Pixel Magazine #10 é uma edição mix muito bacana e vale a pena comprr. Eu, como leitor de histórias em quadrinhos, me encaixo no rótulo de DCnauta, curto Lanterna Verde, Superman, Aquaman, Batman, Mulher-Maravilha e a Liga. Esses são meus personagens preferidos de modo geral. Em Agosto de 2000, eu era um jovem de 14 anos e não trabalhava, portanto, fui obrigado a me desviciar em Quadrinhos quando a Abril lançou sua linha Premium, saindo dos formatinhos e passando ao formato americano. Sendo assim, apenas em 2007 voltei a acompanhar quadrinhos com assiduidade. Me atualizei sobre o que tinha acontecido nos últimos 7 anos nas histórias, e conheci histórias novas. Dentre essas, o mix Pixel Magazine, da Pixel Media.

Pixel Magazine é um mix que reúne séries sob os selos WildStorm e Vertigo. Selos mais adultos da DC Comics.

A edição #10 da revista conta com as séries DMZ, Planetary, Promethea e Constantine.

DMZ é a abreviação de Zona Desmilitarizada em inglês. Se passa num futuro próximo que é marcado por uma guerra civil que dividiu os Estados Unidos. A série conta as aventuras de Matthew Roth, um jornalista que vai para Manhattan e passa a ter uma real noção do que está acontecendo no país.

A história publicada na PM foi originalmente publicada em DMZ #4. DMZ trata de um futuro possível, e nessa realidade, Matt Roth vai ao Central Park e acaba conhecendo um grupo de pessoas responsáveis por cuidar do parque. Tudo inspirado numa lenda urbana sobre os Fantasmas do Central Park. DMZ é, provavelmente, a história mais fraca do mix, o que não quer dizer que seja ruim. Muito pelo contrário, é muito boa. Imagine só o nível das outras histórias.

Promethea é uma história sobre o imaginário. Sobre os vinculos do mundo material com Imatéria. Por isso, Promethea é carregada de simbolismos e referências, as quais Alan Moore faz como ninguém. A história se passa ao mesmo tempo nos dois mundos e traça paralelos entre os dois. Nessa edição de Pixel Magazine, Promethea vai conhecendo mais a fundo o mundo de Imatéria junto de outra de suas predecessoras. A série combina arte e magia, metafísica e elementos de histórias de super-heróis. Promethea é uma série bacana e essa história não destoa.

Está sendo publicado um arco de 5 histórias de Constantine em que ele está preso, neste arco, o mago tem que conviver com criminosos e facções perigosas. Na quarta história do arco “Na cadeia”, Constantine é preso na solitária, por um crime que não cometeu.

A história de Planetary mostra a história de um dos vilões da série, Willian Leather. A história, que se mescla com a própria mitologia original de Planetary é bem interessante, mostra referências a heróis antigos. Cenas bem interessantes e elaboradas.

Pixel Magazine é provavelmente um dos poucos mixes 100% aproveitáveis publicados atualmente no Brasil. Ao contrário de outros mixes, que sempre têm pelo menos uma história (normalmente são mais) que não vale a pena, Pixel Magazine tem todas as histórias num nível muito interessante.

PS 1: O Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #5 está no ar. Trata sobre Quadrinhos e Cinema. Para quem não sabe, o CQQ é um blog carnival sobre Quadrinhos publicado toda quarta-feira com um tema diferente em um blog diferente.

PS 2: Estou retomando as postagens por aqui, além de continuar com as do Blog do Hiroshi, que já me tomam um tempo considerável. A idéia é voltar a ter assiduidade nos reviews, e passar a postá-los, pelo menos em grande parte, por aqui. Lá pela semana, se tudo der certo, amanhã, eu devo escrever algo sobre 52 #7.

PS 3: Falando em Pixel Magazine, está nas bancas Pixel Preview, com 2 histórias completas, além de contar as novidades da Pixel Media para o ano de 2008.


3 Respostas para “Eu li: Pixel Magazine #10”


  1. Agosto 9, 2008 às 5:48 pm

    WS, é formidavel + a edição 10 dela, não me tocou muito.

  2. Agosto 9, 2008 às 5:54 pm

    Vc, foi feliz em dizer que a WS, Pixel e a Vertigo tem carater mais adulto.
    Hoje estou idealizando algo diferente de escrever e fazer quadrinho.
    Bem mais atual e até complexo, o que faz o leitor questionar sobre ” certas verdades sobre o talvez já pensamos saber “.
    É nisso que consiste o Time Heroes.

  3. Outubro 3, 2008 às 10:15 pm

    BIBLIOTECA PÚBLICA DE CEILÂNDIA

    “CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE”

    I – APRESENTAÇÃO

    A Biblioteca Pública de Ceilândia Carlos Drummond de Andrade, inaugurada no dia 02 de Dezembro de 1993, é uma Instituição de utilidade pública cultural, regulamentada pelo Convênio de Cooperação Técnica entre a Administração Regional de Ceilândia, a Secretaria de Estado de Educação e a Secretaria de Estado de Cultura do DistritoFederal, o que viabiliza a diversificação de atividades, a crescente melhoria, a ampliação de seus serviços e um atendimento ao público de qualidade.

    Distribuída em um espaço de 1.263m2, dispõe de dois pavimentos, onde estão instaladas suas dependências.

    A clientela é formada por estudantes e comunidade em geral, que buscam na Biblioteca um ambiente tranqüilo e agradável para ampliar seus conhecimentos, realizar pesquisas, desenvolver o hábito da leitura e trocar experiências.

    Pelos serviços oferecidos, é considerada referência para as demais Bibliotecas Públicas do Distrito Federal, dispondo de aproximadamente 60 mil livros/periódicos registrados e catalogados.

    Está localizada à QNN 13 Área Especial Módulo “B” Centro Cultural de Ceilândia Ceilândia Norte – DF. O telefone para contato é: 3901-1360. E.mail: biblioteca@ceilândia.df.gov.br – Horário de funcionamento: 2ª a 6ª feira das 7:30h às 22h e Sábado das 7:45h às 12:15h.

    II – OBJETIVO

    Promover o desenvolvimento sócio-educativo-cultural da comunidade, incentivar o consumo de bens culturais, mediante o acesso ao conhecimento e à informação, proporcionando ao usuário um serviço de qualidade.

    IV – NOSSA EQUIPE

    Nossa equipe é formada por profissionais preparados para desenvolver atividades de coordenação e apoio, que vão desde o processamento técnico, empréstimo e reserva do acervo, auxílio e orientação à pesquisa, até o desenvolvimento de atividades de extensão e dinamização da Biblioteca. Tem como Coordenadora: Professora Jaqueline Afonso Soares e Assistentes de Coordenação: Professoras Márcia Magalhães Baião da Cunha e Cilene Rodrigues Carneiro Freitas.

    V – SERVIÇOS INSTALADOS

    1- Recepção da Biblioteca:

    Registra a frequência de usuários, fornece informações e fiscaliza a movimentação do acervo bibliográfico.

    2- Saguão de Eventos e Exposições:

    Espaço amplo e agradável destinado às atividades culturais como: saraus literários, exposições de obras artísticas, lançamentos de livros, palestras, cursos, oficinas de quadrinhos e animação.

    3- Salão de Leitura, Estudo e Pesquisa:

    Disponibiliza um acervo variado destinado às atividades de pesquisa, leitura e estudo, e ainda, oferece orientações e auxílio às pesquisas.

    4- Gibiteca e Literatura Infantil:

    Ambiente confortável, reservado à leitura de gibis e livros de literatura infantil.

    5- Estudo Individualizado:

    Espaço livre da movimentação e do barulho cotidiano e mobiliado com cabines individuais.

    6- Setor de Atendimento ao Usuário:

    Controla a movimentação de empréstimos, reserva do acervo e cadastro de usuários.

    7- Telecentro Comunitário:

    Oportuniza aos usuários o acesso às tecnologias de informação, comunicação e inclusão digital.

    8- Brinquedoteca:

    Espaço destinado ao público infantil (comunidade, escolas e outras instituições), na faixa etária de 03 a 12 anos, com mobiliário adequado e uma grande variedade de brinquedos e materiais pedagógicos.

    9- Setor de Seleção e Processamento Técnico do Acervo Bibliográfico:

    Seleciona, prepara e processa tecnicamente o acervo.

    10- Setor de Restauração e Recuperação do Acervo Bibliográfico:

    Restaura e recupera o acervo danificado.

    11- Setor de Projetos e Eventos:

    Viabiliza a elaboração, execução e avaliação de projetos e eventos sócio-culturais.

    ” O bom atendimento reflete a imagem da instituição.”


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